Brasil vence o Japão nos dezasseis-avos-de-final e avança às oitavas de final
O Brasil impôs-se nos dezasseis-avos-de-final do Mundial de 2026 diante do Japão, dando mais um passo rumo à revalidação do título. Perante 68.777 espectadores no NRG Stadium, a Seleção venceu um duelo emocionante por 2:1 e mostrou, durante grande parte da partida, a sua superioridade técnica.

Brasil vence o Japão nos dezesseis avos de final e avança às oitavas de final · VOA News / Wikimedia Commons (Public domain)
O resultado entre Brasil e Japão acabou por ser mais equilibrado do que as estatísticas finais sugeririam – já que o Japão resistiu durante muito tempo e chegou mesmo a estar na frente, antes de os sul-americanos virarem o marcador.
O que aconteceu no jogo
O azarão asiático surpreendeu logo de início. Aos 29 minutos, Kaishu Sano marcou o golo do avanço para o Japão – uma estocada contra o favorito, dominador da posse de bola, que silenciou por instantes os adeptos no NRG Stadium.
O Brasil, no entanto, não se deixou abalar. Após o intervalo, Casemiro assumiu a responsabilidade e igualou o marcador para 1:1 aos 56 minutos. O jogo permaneceu em aberto durante bastante tempo, até que Gabriel Martinelli, já nos descontos da segunda parte, aos 90+5 minutos, marcou o golo decisivo que fixou o resultado final em 2:1.
Factos importantes sobre a partida
- Competição: Campeonato do Mundo de Futebol FIFA 2026, dezasseis-avos-de-final
- Data: 29 de junho de 2026
- Local: NRG Stadium, 68.777 espectadores
- Resultado final: Brasil 2:1 Japão
- Árbitro: Maurizio Mariani
- Marcadores: Kaishu Sano (29'), Casemiro (56'), Gabriel Martinelli (90+5')
O desenrolar do jogo em detalhe
O relato do jogo entre Brasil e Japão mostra uma assinatura clara: o Brasil controlou o desenrolar da partida praticamente desde o início, mas teve inicialmente dificuldade em criar perigo real diante de uma defesa japonesa compacta.
As estatísticas sublinham o domínio da Seleção:
- Posse de bola: 68,6 % (Brasil) contra 31,4 % (Japão)
- Remates: 19 contra 5
- Remates à baliza: 7 contra 2
- Cantos: 6 contra 2
- Passes: 682 contra 313
Apesar desta superioridade em termos de posse e volume de jogo, foi o Japão quem marcou primeiro. Kaishu Sano aproveitou com frieza uma das poucas oportunidades da sua equipa e colocou a seleção japonesa na frente. O trabalho defensivo dos asiáticos, apoiado numa organização compacta em torno de Zion Suzuki na baliza, manteve o Brasil à distância durante bastante tempo.
Só depois do intervalo a Seleção encontrou as respostas certas. Casemiro, um dos jogadores mais experientes do plantel, igualou o marcador aos 56 minutos e trouxe novo ímpeto ao ataque brasileiro. A partir daí, o Brasil manteve a pressão, sem no entanto conseguir de imediato o segundo golo – o Japão defendeu-se com disciplina, o que também se refletiu no número invulgarmente elevado de faltas, 13, contra apenas 4 do lado brasileiro.
A decisão acabou por surgir nos descontos: Gabriel Martinelli marcou aos 90+5 minutos o tão festejado 2:1, garantindo assim a passagem do Brasil à ronda seguinte.
As equipas titulares
Brasil: Alisson Becker – Gabriel Magalhães, Marquinhos, Douglas Santos, Danilo – Casemiro, Lucas Paquetá, Bruno Guimarães – Matheus Cunha, Vinícius Júnior, Rayan
Japão: Zion Suzuki – Shogo Taniguchi, Hiroki Ito, Takehiro Tomiyasu – Daichi Kamada, Kaishu Sano, Keito Nakamura, Ritsu Doan – Ayase Ueda, Daizen Maeda, Junya Ito
Análise: Por que o Brasil continuou favorito apesar de estar a perder
Quem acompanhou a partida entre Brasil e Japão no Mundial de 2026 pôde perceber que os números falavam claramente a favor da Seleção. Com quase 70 por cento de posse de bola e quase quatro vezes mais remates do que o Japão, o Brasil dominou o meio-campo e a construção de jogo durante praticamente toda a partida.
Também os avançados Vinícius Júnior e Matheus Cunha, ambos entre os melhores marcadores do torneio até ao momento, estiveram envolvidos repetidamente em ações ofensivas perigosas e mantiveram a pressão constante sobre a defesa japonesa. O facto de o Japão, apesar da inferioridade técnica, ter conseguido acompanhar o jogo durante tanto tempo deveu-se sobretudo ao trabalho defensivo disciplinado e às defesas de Zion Suzuki, que, com quatro defesas, neutralizou mais bolas do que o seu homólogo Alisson Becker.
As 13 faltas cometidas pelo lado japonês – face a apenas 4 do Brasil – mostram ainda o quanto a equipa teve de resistir à pressão constante dos sul-americanos. No fim, contudo, o espírito de luta não foi suficiente para impedir o Brasil de seguir em frente na competição.
O que vem a seguir
Com a vitória nos dezasseis-avos-de-final, o Brasil avança às oitavas de final do Mundial de 2026 e mantém-se assim no rumo para reforçar as suas ambições na competição. Para o Japão, o torneio termina após uma exibição corajosa diante de um dos favoritos ao título.
A forma como o percurso do Brasil se desenrolará no torneio dependerá em grande medida da capacidade da equipa de transformar a sua força ofensiva – sobretudo através de Vinícius Júnior e Matheus Cunha – em golos também frente aos próximos adversários.
Perguntas frequentes sobre o jogo Brasil x Japão
Como terminou o jogo entre Brasil e Japão no Mundial de 2026?
O Brasil venceu os dezasseis-avos-de-final por 2:1 diante do Japão.
Quem marcou os golos no jogo entre Brasil e Japão?
Kaishu Sano colocou o Japão na frente aos 29 minutos. Casemiro empatou aos 56 minutos, antes de Gabriel Martinelli marcar o golo da vitória para o Brasil aos 90+5 minutos.
Onde se realizou o jogo?
A partida foi disputada no NRG Stadium, perante 68.777 espectadores.
Quem arbitrou o jogo?
Maurizio Mariani foi o árbitro responsável pela partida.
Como segue o percurso do Brasil após a vitória sobre o Japão?
Com o sucesso nos dezasseis-avos-de-final, o Brasil avança às oitavas de final do Mundial de 2026.
Perguntas Frequentes
O Brasil venceu os oitavos de final por 2 a 1 contra o Japão. Assim, o favorito se impôs apesar de um momento de desvantagem no placar.
Kaishu Sano colocou o Japão em vantagem aos 29 minutos. Casemiro empatou aos 56 minutos, antes de Gabriel Martinelli marcar o gol da vitória para o Brasil aos 90+5 minutos.
A partida foi disputada em 29 de junho de 2026, no NRG Stadium, perante 68.777 espectadores.
Maurizio Mariani foi o árbitro responsável pelo encontro.
O Japão aproveitou uma de suas poucas oportunidades de gol com frieza, quando Kaishu Sano marcou aos 29 minutos. A defesa compacta dos japoneses dificultou inicialmente que o Brasil criasse chances claras de gol.
O Brasil teve 68,6% de posse de bola contra 31,4% do Japão. Nos remates à baliza, o Brasil liderou por 19 a 5, e nos remates à baliza certeiros, por 7 a 2.
Zion Suzuki defendeu quatro bolas a mais do que o seu homólogo Alisson Becker, mantendo o Japão no jogo por muito tempo. As suas defesas, aliadas ao trabalho disciplinado da defesa, foram um motivo essencial para a partida ter permanecido equilibrada durante tanto tempo.
O Japão cometeu 13 faltas contra apenas 4 do Brasil, o que reflete a pressão constante dos sul-americanos. O elevado número de faltas mostra o quanto a defesa japonesa teve de se debater contra os ataques brasileiros.
No gol estava Alisson Becker, atrás dele atuaram Gabriel Magalhães, Marquinhos, Douglas Santos e Danilo na defesa. No meio-campo e no ataque entraram Casemiro, Lucas Paquetá, Bruno Guimarães, Matheus Cunha, Vinícius Júnior e Rayan.
Zion Suzuki guardou o gol japonês, enquanto Shogo Taniguchi, Hiroki Ito e Takehiro Tomiyasu formaram a defesa. No restante do elenco estavam Daichi Kamada, Kaishu Sano, Keito Nakamura, Ritsu Doan, Ayase Ueda, Daizen Maeda e Junya Ito.
As estatísticas favoreciam claramente a Seleção, que registou quase 70% de posse de bola e muito mais remates à baliza. Além disso, jogadores ofensivos como Vinícius Júnior e Matheus Cunha estiveram constantemente envolvidos em ações de ataque perigosas.
Com a vitória nos dezesseis avos de final, o Brasil garante vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Até onde a equipe vai chegar depende, sobretudo, de quão consistentemente a força ofensiva liderada por Vinícius Júnior e Matheus Cunha será convertida em gols.
Para o Japão, o torneio termina após os oitavos de final contra um dos favoritos ao título. No entanto, a equipe mostrou uma exibição corajosa e disciplinada.
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